Palavras não são completamente opacas, muito menos totalmente reflexivas. Elas são como vidros que refletem um pouco de luz ao mesmo tempo que permitem enxergar através deles. Quem decide o que vê – se a luz refletida ou a imagem através – é o olho do observador.
E aqui estão dois pares de olhos que gostam de brincar com os sentidos, as interpretações e os absurdos que resultam da reflexão de palavras erradas ditas em horas certas ou da transparência de palavras certeiras ditas em horas inconvenientes.
Ele quer mudar o mundo com um pouco de preguiça e bastante bom humor.
Ela quer mudar o mundo com muita inteligência e certa dose de racionalidade (sem esquecer de digitar algumas linhas de códigos de programação).
Os dois concluíram que enxergam bem melhor juntos. E podem ainda mais se compartilharem com o mundo o que veem.
O maior absurdo verbal é guardar segredo. E eles não precisam disso!
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